Água = Responsabilidade Social


A importância da realidade invisível dos serviços de água e saneamento, essenciais para a saúde pública, o ambiente, a economia e as sociedades de um Planeta Sustentável foi destacada na sessão “E se não lavássemos as mãos?”, que decorreu no âmbito da 16ª Semana da Responsabilidade Social.

No painel de oradores estavam António Correia de Campos, Professor Catedrático e antigo Ministro da Saúde, Gonçalo Órfão, Diretor de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa, Fátima Loureiro, Gestora de Projetos da AdP Internacional e Inês Freitas, Responsável de Sustentabilidade da Águas do Douro e Paiva e SIMDOURO.


“E se não lavássemos as mãos?” foi o tema da sessão que a Águas de Portugal coorganizou na 16.ª Edição da Semana da Responsabilidade Social (SRS), promovida pela APEE - Associação Portuguesa de Ética Empresarial e pela UN Global Compact Network Portugal. Esta questão foi colocada ao painel de convidados, composto por António Correia de Campos, Professor Catedrático e antigo Ministro da Saúde, Gonçalo Órfão, Diretor de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa, Fátima Loureiro, Gestora de Projetos da AdP Internacional e Inês Freitas, Responsável de Sustentabilidade da Águas do Douro e Paiva e SIMDOURO, e moderado por Marcos Batista, Diretor de Comunicação e Desenvolvimento da Águas do Tejo Atlântico. 

As suas respostas e reações traduziram a importância da realidade invisível do setor da Água e Saneamento, um serviço essencial para a saúde pública, para o ambiente e (re)construção sócio-económica de um Planeta Sustentável.

António Correia de Campos, na sua intervenção sobre a (r)evolução dos serviços de água e saneamento no país, que em poucas décadas permitiu alcançar resultados que outros países demoraram quase um século a atingir, reforçou que “devemos colocar os deveres para com a água acima do direito que a ela temos", dada a cada vez mais necessária valorização deste recurso escasso, que deve ser preservado dado que “"Não existe saúde pública sem água de qualidade", como foi afirmado por Gonçalo Órfão no seu relato sobre a importância da água em cenários de crise humanitária em África. Fátima Loureiro partilhou a sua experiência enquanto gestora de projetos da AdP Internacional que permitiram melhorar de forma significativa os serviços de água e saneamento em países como Moçambique ou Angola. Já Inês Freitas apresentou a estratégia que foi seguida pela AdDP e pela SIMDOURO para fazer face à pandemia por COVID-19, garantindo a segurança e bem-estar dos/as trabalhadores/as e a continuidade da prestação de um serviço de elevada qualidade aos clientes. Esta estratégia veio, nas suas palavras, tornar evidente a importância da comunicação quer dentro das empresas como no seio do Grupo Águas de Portugal para partilha de questões e soluções e validação de decisões e demonstrar que “é necessário encontrar um equilíbrio entre eficiência e resiliência".

Dedicada ao tema “Planeta. Pessoas. Propósito”, a 16ª SRS decorreu on-line entre 21 e 25 de junho. Num ano que continuará a ser marcado pelos desafios de uma pandemia à escala global, centrou atenções em três eixos estratégicos: o Planeta, que permite e acolhe a vida das Pessoas, que o habitam e cuidam através de um Propósito, que as move e orienta.

Foram cinco dias de debate e reflexão com a participação de especialistas, líderes empresariais, representantes da academia, da administração pública e da sociedade civil com foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e na Agenda 2030 em que o Grupo Águas de Portugal participou de forma ativa.


Na sessão dedicada ao tema “Economia Circular: Estratégia e Instrumentos”, João Oliveira Miguel, Administrador da AdP Valor, apresentou exemplos de práticas já implementadas nas atividades das empresas do Grupo AdP que contribuem para a circularidade de recursos, bem como de  produtos desenvolvidos base em resíduos/ subprodutos das operações, demonstrando o contributo do Grupo para o cumprimento das metas estabelecidas nos diversos instrumentos de políticas públicas.  

José Martins Soares, Presidente da AdP Energias, apresentou na sessão “Climate Ambition: A Transition Strategy” o ZERO - Programa de Neutralidade Energética, que visa reduzir os consumos energéticos e aumentar fortemente a produção própria de energia 100% renovável, permitindo ao Grupo atingir a neutralidade energética em 2030, e o NEUTRO - Plano para a redução de emissões de GEE do Grupo Águas de Portugal.

Alexandra Cristóvão, Diretora de Sustentabilidade da EPAL, participou na Conferência “SDG Ambition: Scaling Impact for the Decade of Action”.

Veja aqui a gravação da sessão.



Publicado a: 13 de Julho de 2021